Desumidificador de Ar para Patrimônio Arqueológico

Desumidificador de Ar para Patrimônio Arqueológico
Desumidificador de Ar para Patrimônio Arqueológico

Em exposições, dentro de museus ou a céu aberto em cidades históricas, o patrimônio arqueológico é formado por objetos e construções, bem como seus vestígios, que ajudam a contar a história do Brasil desde bem antes da chegada dos portugueses à nossa terra. E à medida que são descobertos e reconhecidos como patrimônio, se faz necessário manter alguns cuidados para preservar esses artefatos.

O patrimônio cultural brasileiro foi formado pelos muitos povos que já passaram por aqui. Por isso, descobrir e estudar a forma como cada um deles se alimentava, quais instrumentos de trabalho utilizavam e quais as vestimentas e ornamentos faziam parte do seu dia a dia, é importante para entender muitos dos hábitos que temos hoje. Afinal, tudo isso se tornou parte integrante do nosso patrimônio.

São 26 mil sítios arqueológicos no país e mais de 12 mil pesquisas em andamento. O terreno nacional tem um potencial arqueológico gigante, não é à toa que muitas descobertas são feitas durante grandes obras. Os sítios em 1961 foram transformados por lei em patrimônio da união. Inclusive existe a lei nº 3924 que dispõe sobre os monumentos arqueológicos e pré-históricos do Brasil.

Através de um trabalho minucioso e duradouro, é possível encontrar indícios naturais e materiais que permitem traçar a história da atividade humana e sua relação com o meio ambiente ao longo de milhares de anos. E a análise e preservação de bens de cunho social, religioso e estético requerem uso de ferramentas corretas para evitar danos e até mesmo a ocupação humana.

Além do longo processo de pesquisa feito desse patrimônio em terreno, a gestão dos sítios e itens encontrados é imprescindível. Por isso, instrumentos normativos de preservação do patrimônio cultural foram criados pelo CNA (Centro Nacional de Arqueologia). Além disso, órgãos como IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, ajudam a nortear o trabalho de muitos profissionais.

Desde a avaliação do potencial arqueológico de uma área, passando pelo processo de escavação até a higienização, os profissionais encontram vestígios que necessitam de alguns cuidados. O diagnóstico quanto à salvaguarda de cada um dos materiais é feito depois de um processo de investigação e contextualização que inclui parte da comunidade onde foram encontrados.

O tombamento, o plano diretor estratégico e a proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico são as atividades utilizadas no Brasil. Ademais, o desenvolvimento tecnológico também permitiu que novas formas de conservação fossem utilizadas.

Hoje, uma vasta rede de arquivos digitalizados está distribuída em 54 cidades e 60 instituições pelo país. São imagens, plantas de construções, documentos cartográficos e dossiês que podem ser consultados do computador. Mas, mesmo assim, as peças originais colocadas em exposições, depósitos, laboratórios ou contêineres carecem de uma boa preservação, uma vez que algumas delas são feitas de materiais de rápida deterioração.

Ao manusear os itens descobertos sem o uso de jalecos, máscaras e principalmente luvas, a umidade das mãos, da nossa respiração e do nosso corpo passa naturalmente para os objetos e o risco de causar danos ou fragmentar os materiais arqueológicos se torna muito maior.

Ossos de seres humanos e animais, cerâmicas, papéis, objetos de metal e vidro começam a deteriorar assim que são extraídos e expostos à atmosfera. Agentes externos também afetam diretamente a integridade das descobertas.

A umidade em excesso, citada como risco físico, favorece a proliferação de microrganismos como ácaros, fungos, mofo, bolor e liquens sob as peças feitas principalmente de madeira. A localização da instituição de trabalho é um fator que também deve ser levado em conta, uma vez que em locais como mata fechada e chuvas frequentes, a umidade do ar é naturalmente mais alta. Em lugares assim, é comum que ocorra uma infestação de fungos, que na maioria dos casos, começa na parte de dentro dos objetos de madeira.

Riscos Oferecidos

Quais consequências a umidade alta provoca?

  • Rachaduras;

  • Mudanças de cor;

  • Quebras;

  • Manchas em papéis;

  • Inchaço dos materiais de madeira.

Esses são problemas que interferem diretamente no estudo dos vestígios e podem causar danos muitas vezes irreversíveis. A conclusão de um longo processo como esse, não pode ser prejudicada pelo excesso de umidade no ambiente e o material documental não pode e nem deve ser perdido. O indicado nesses casos é manter a umidade entre 40% - 50%, valor que pode variar de acordo com o tipo de matéria-prima do item arqueológico.

Como preservar e conservar o Patrimônio Arqueológico?

Informações sobre o uso de sílica, solventes, aspiradores de pó, são constantes, mas apenas evitam em curto prazo a mudança na coloração e estrutura dos objetos. Mas, a prevenção efetiva deve incluir uma série de ações, desde o comportamento dos visitantes, responsabilidade dos arqueólogos em manter a integridade das peças até o uso de tecnologias que atuem diretamente na origem do problema. Apenas o monitoramento do nível de umidade e o registro do horário em que ele costuma variar não são suficientes.

Por isso, o Desidrat é necessário. Usados em ambientes de diferentes tamanhos, os equipamentos mantêm o ar livre de ácaros, fungos e evitam o surgimento de mofo e bolor.

O desumidificador de ar Desidrat da Thermomatic é usado para ajudar a regular as condições climáticas em acervos, bibliotecas, laboratórios e exposições. Ao eliminar a variação de umidade, o equipamento impede:

- Mudanças no formato e tamanho das obras causadas pela retração ou dilatação das peças;

- Deterioração de fibras de tecidos;

- Reações químicas indesejadas;

Para saber como preservar pesquisas arqueológicas e exposições através do uso do Desidrat e qual modelo ideal para o seu ambiente, fale com um de nossos consultores.

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