Controle da Umidade em Ambientes Hospitalares

Desumidificadores para Hospital
Desumidificadores para Hospital

Registra a história que o primeiro hospital nasceu no sul da Ásia, em 431 a.C. Só dois séculos depois é que instituições parecidas com as que conhecemos como hospitais hoje em dia, começaram a surgir. Na Europa somente no século IV, a expansão do cristianismo impulsionou a criação de pelo menos 2.000 centros médicos que tratavam principalmente estrangeiros e pobres enfermos. No Brasil, as Santas Casas de Olinda e a de Santos, erguidas entre 1540 e 1543, são reconhecidas como os primeiros centros de saúde do país.

Com o passar das décadas, o desenvolvimento da ciência e tecnologia é que permitiu o aprimoramento de médicos, farmacêuticos e outros profissionais da área da saúde; A descoberta e o diagnóstico de doenças até então desconhecidas e a criação de máquinas e utensílios capazes de aperfeiçoar os procedimentos foram lançados.

 

 

Ao entrar em um hospital, seja para uma consulta ou uma internação, o paciente busca por um ambiente seguro para uma boa recuperação, livre dos riscos de contaminação e que ofereça medicamentos e exames de qualidade. Mas, para que isso aconteça é preciso ficar atento a regras que vão desde o cuidado com a qualidade do ar, passam pela limpeza das alas, até a manutenção de máquinas e equipamentos médico-hospitalares.

Assim como casos de sucesso e bons profissionais trazem reconhecimento e prestígio a um hospital, problemas como mortes freqüentes por infecções hospitalares, alas desativadas e defeitos em máquinas, podem manchar o nome de qualquer instituição.

A SBI - Sociedade Brasileira de Infectologia indica que entre 5% e 15% dos pacientes que são internados contraem algum tipo de infecção hospitalar. Bactérias, fungos, vírus e protozoários são microrganismos presentes no meio hospitalar. Eles podem ser encontrados na água, em alimentos ou dispersos no ar com pó e poeira. Pessoas com diabete, câncer, transplantados, recém-nascidos e idosos estão no grupo de pessoas com maior chance de contrair infecções.

Os cuidados para evitar que uma contaminação ocorra, se estendem a todas as pessoas que circulam pelo ambiente: enfermeiros, técnicos, pacientes, acompanhantes e até visitantes. Além do uso do álcool gel e jalecos limpos, é importante descartar produtos infectados no lugar certo, seguir os procedimentos de assepsia de pacientes corretamente e se ater a qualidade do ar, onde muitos microrganismos ficam dispersos.

Em quase todas as alas de um hospital, é possível notar a presença de máquinas de grande e pequeno porte para realizar ou ler exames. Atualmente a qualidade do atendimento e a rapidez com que um diagnóstico é dado, têm uma relação direta com essas máquinas.

Exatamente por isso, não é possível projetar um centro de atendimento hospitalar que não atenda em 100% as condições de manutenção e recuperação da saúde, o que inclui aparato técnico.

O Relatório da Situação Hospitalar 2018 feito pela FBH - Federação Brasileira de Hospitais, apontou que entre os anos de 2010 e 2018, o número total de hospitais no Brasil sofreu decréscimo, decaindo de 6.907 para 6.820 hospitais em todo o território nacional. Um dos motivos de muitos hospitais terem fechado é a ausência dos requisitos fundamentais para o cuidado com os pacientes.

Esses requisitos foram estipulados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) por meio da norma 7256:2005. Ela tem como funções principais: controlar como deve ser feita a instalação do sistema de climatização hospitalar, verificar o controle de ruídos, o índice de temperatura ideal, a velocidade do ar e a umidade relativa, além de estabelecer a necessidade de limpeza e manutenção periódica, garantindo que tudo esteja funcionando corretamente.

O ideal em unidades de tratamento da saúde é a prevenção quanto a poluentes, ácaros, fungos e bactérias dispersas no ar, pois são capazes de interferir no processo de recuperação dos pacientes, médicos e funcionários. Algumas medidas certeiras são fundamentais, entre elas controlar os níveis de umidade.

 

Áreas que precisam de controle de umidade:

Radiologia: Se a umidade for superior a 60% ou inferior a 40% promoverá a redução do contraste da radiografia. Isso compromete totalmente o resultado final do exame.

 

 

Farmácia: A farmácia do hospital é um setor que jamais poderá ser atingido pelo mofo, sob pena de afetar qualidade dos medicamentos e colocar em risco a saúde dos pacientes. Toda estocagem de medicamento precisa de temperatura e umidade específicas dependendo do tipo. (Saiba mais sobre umidade nos medicamentos)

 

Salas de ressonância: As salas onde são realizados os exames de ressonância magnética exigem alguns cuidados específicos para garantir que os equipamentos funcionem bem. Além de determinar o local da sala de exames e de comando, a rota de acesso e o tipo de piso durante a fase de construção, é preciso se ater a iluminação, temperatura e principalmente umidade no dia a dia. O controle especial de umidade é requisitado para impedir que as máquinas, de alto valor e geralmente importadas, quebrem. O ideal é manter o nível de umidade entre 40% e 60% para evitar que as peças das máquinas deteriorem.

Laboratórios e Centros de Pesquisa: O excesso de umidade nesses ambientes pode interferir nos resultados de alguns processos devido à presença de fungos, gerar riscos às substâncias armazenadas e afetar o funcionamento de equipamentos.

 

Centros cirúrgicos: Cada detalhe dentro de um sítio cirúrgico interfere na saúde do paciente e no procedimento efetuado ali. O fluxo de ar dentro dessa sala está diretamente relacionado às infecções hospitalares, bem como a temperatura e umidade do ar. Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, cerca de 10% dos pacientes vão adquirir infecção hospitalar durante a internação. O documento da OMS- Organização Mundial da Saúde aponta que construir e manter um sistema de saúde de qualidade é essencial para garantir o bem-estar dos pacientes. De acordo com os padrões de qualidade do ar em ambientes climatizados artificialmente, a temperatura deve variar entre 18°C e 22°C e o nível de umidade deve ser entre 40%-50% de acordo com o tipo de procedimento realizado na sala de cirurgia.   

Quando as normas e padrões estabelecidos não são seguidos se torna muito mais difícil evitar uma infecção. Bactérias como a Legionella, responsável pela pneumonia, costumam se proliferar de forma rápida dentro dos sistemas de ventilação.  Por isso, a higienização desse tipo de ambiente se faz tão necessária.

Com o intuito de diminuir o número de complicações e mortes causadas por infecções hospitalares e ainda melhorar a qualidade dos procedimentos é que a presença de uma Comissão de Controle Hospitalar passou a ser exigida desde 1992.  Essa comissão é responsável por diminuir os riscos de infecção relacionada à assistência à saúde.

Quartos: A presença do ar condicionado em leitos hospitalares também requer cuidados, já que agentes microbianos podem se esconder em dutos, filtros e outros componentes do equipamento. Manter esses ambientes ventilados é essencial, mas é preciso fazer isso sem permitir que microrganismos dispersos no ar se proliferem e causem complicações. E para evitar isso, somente com o controle da umidade.

 

Estoque: As farmácias hospitalares devem seguir as mesmas regras de controle de umidade e temperatura que os demais estabelecimentos responsáveis pela venda de medicamentos. Os fungos que se desenvolvem em estoques, lugares que costumam contar com pouca ventilação e iluminação, alteram a composição química e a aparência dos remédios. As manchas causadas pelo mofo e o bolor em embalagens e materiais acarretam prejuízo financeiro e o fornecimento de medicações é afetado, prejudicando assim várias alas do hospital.


A saúde dos seus pacientes em nossas mãos

Manter a qualidade do ar em ambientes hospitalares é um fator decisivo no que diz respeito ao quadro clínico de cada paciente. A proliferação e resistência de microrganismos que prejudicam a saúde de todos, depende do nível de umidade. Inclusive, de acordo com uma lista feita pela OMS, o maior risco de contaminação por micróbios resistentes a antibióticos está em ambientes hospitalares. Dos doze microrganismos descritos, os quatro que aparecem em primeiro lugar são encontrados em hospitais.

O controle de fatores como temperatura, fluxo do ar e umidade é de grande valia para diminuir o número de mortes e as seqüelas e infecções. No que diz respeito a isso, o desenvolvimento de novas tecnologias para o mercado hospitalar é muito importante para diminuir principalmente os riscos oferecidos à pacientes com o sistema imunológico debilitado, bebês e pessoas acima de 70 anos.

O emprego de desumidificadores como aliados no controle a umidade em hospitais e centros médicos, contribuem com o processo de recuperação da saúde.

Produzidos com a mais alta tecnologia, os Desumidificadores Desidrat recolocam a umidade do ar nos níveis recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que devem se situar entre 50% e 60%. Devido ao seu refinado aparato de soluções tecnológicas, o desumidificador tem a capacidade de reter as partículas em suspensão, livrando o ambiente de impurezas. Inclusive, o Instituto de Ciências Biomédicas da USP concluiu que o uso do desumidificador de ar Desidrat contribui para a redução de fungos no ambiente. (Sabia mais sobre o estudo).

Outro aliado para manter a qualidade do ar é o Purificador de ar, o Purifik Air. Ele retém até 99,9% das bactérias do ambiente, através dos seus 3 filtros de purificação eliminando as partículas e impurezas maiores em suspensão. Os filtros HPP são utilizados para remover contaminantes aéreos como fumaça, vapor, pólen, bactérias, entre outros. Dinâmico, o equipamento tem capacidade para atender aos mais variados ambientes e é considerado essencial para hospitais.

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