Desumidificador para Bronquite

Desumidificador para Bronquite
Desumidificador para Bronquite

Várias são as sensações pelas quais passa o corpo humano durante o decorrer de um ano. Durante parte da primavera e principalmente no verão quem reina é o calor que demanda roupas leves e a ingestão de muito líquido e não muito mais que isso. Já o outono e principalmente o inverno são aqueles períodos de mudanças de temperatura mais bruscas e que trazem mais que sensações. É nesse período que as doenças respiratórias se manifestam com maior intensidade. São muito comuns nessa época, os casos de gripes e resfriados. Embora no Brasil, não se dê tanta importância a gripe em si, ela já mostrou que pode ser muito perigosa, levando inclusive a óbito.  Um dos motivos que levam a uma maior incidência de gripe no inverno, é uma reação instintiva. Quando está frio, as pessoas costumam manter o ambiente em que estão fechado. Como se sabe ambiente fechado é um convite a disseminação de vírus e outras bactérias. E o que é pior, um quadro de gripe pode evoluir para uma bronquite. E a situação só piora e muito quando se trata da gripe H1N1, causada pelo vírus Influenza, que por si só já é devastadora.

A bronquite é um processo inflamatório dos brônquios, que são aquelas estruturas que levam ar para os pulmões. Dependendo do caso, ela pode causar tosse, produção de muco e falta de ar. Por causa dessa secreção (muco), os brônquios acabam inflamando e reduzindo o espaço pelo qual o ar passa. Essa dificuldade acaba causando a tosse, que é uma reação natural do organismo. Mesmo com o processo da tosse, a pessoa pode sentir falta de ar.

Para alguns, os sintomas da bronquite não são muito claros. É por isso que em muitos casos ela é confundida com outras doenças, como no caso a asma. Por isso, é importante deixar claro que a despeito de alguma semelhança de sintomas, são doenças completamente distintas. Assim sendo, o tratamento prescrito também deve obedecer a critérios diferentes.

Em muitos casos, a bronquite é causada por vírus (embora em menor número, também há casos causados por bactérias).

 

Bronquite aguda

É na maioria das vezes uma infecção viral dos brônquios. Pode ser causada também por bactérias, mas os casos são raros.  A bronquite aguda ocorre quando as estruturas que revestem os brônquios não conseguem expelir as secreções das vias respiratórias. Desta forma o catarro se acumula, causando a inflamação dos brônquios, que neste caso ficam inchados. Esse quadro pode causar dificuldades para a respiração. Geralmente, o primeiro sintoma da bronquite aguda é a tosse, que pode ser seca, ou acompanhada de catarro, que normalmente persiste por mais de 5 dias. A tosse da bronquite aguda dura em geral de 1 a 3 semanas.

A bronquite aguda pode ter sido resultado de uma gripe ou mesmo de um simples resfriado. Também pode ser resultado da exposição intensa à poluição. Uma das inimigas ferozes da bronquite é a fumaça, seja ela dos escapamentos e chaminés, seja da fumaça de cigarro. É importante notar que os microrganismos da bronquite aguda podem, através da tosse contaminar outras pessoas. Isso pode acontecer com um simples contato com a saliva também ou secreção produzida pelo enfermo. Geralmente, um quadro de bronquite aguda apresenta melhora em apenas 2 semanas. No caso da bronquite causada por vírus, não é necessário o emprego de antibióticos. Por outro lado, naqueles casos incomuns causados por bactérias, os antibióticos são fundamentais.

Os quadros de tosse, com aquele desconforto dos catarros, implicam medicamentos que auxiliam na expectoração do muco para amenizar a tosse. Analgésicos e sessões de inalação também são recomendados. Sempre que constatada a bronquite aguda, a primeira providência é evitar a exposição aos elementos desencadeantes – tabagismo, produtos químicos, poluição, etc. Assim, como é válido para outras doenças, aqui também valem as recomendações de uma boa alimentação, com produtos saudáveis e a ingestão de muito líquido, principalmente água. Acerca da água, inclusive, a recomendação é de que se consuma pelo menos 2 litros por dia.

Normalmente, a bronquite aguda se resolve em poucos dias. Mas se isso não acontecer, um médico deverá ser consultado, pois pode ser que se trate de bronquite crônica. Nesses casos só mesmo com os medicamentos corretos e os devidos cuidados é que a situação poderá ser controlada. A visita ao médico é recomendada principalmente pelo fato de que a bronquite aguda, às vezes, é confundida com a bronquite crônica e até mesmo pneumonia, que é uma doença muito mais grave.

 

São dois os tipos de bronquite: aguda e crônica. Normalmente, através dos sintomas é possível saber por qual tipo de bronquite a pessoa está sendo acometida.  Todavia, tanto neste, como em qualquer outro caso de doença respiratória, somente o médico poderá dar o diagnóstico correto. Por isso, é importante não praticar a automedicação que pode ser ineficaz e ainda agravar o quadro de saúde.

Bronquite Crônica

Aqui geralmente os responsáveis são dois inimigos ferozes das vias respiratórias. O tabaco, principalmente quando consumido em excesso e a poluição. Esses dois elementos alteram sensivelmente o bom funcionamento dos brônquios e de toda estrutura anatômica que vai do nariz até os alvéolos. Na bronquite crônica, as vias respiratórias ficam obstruídas pela expectoração (purulenta ou não). A passagem do ar é dificultada pela inflamação e espessamento da mucosa brônquica. Por estas razões, a falta de ar, ou dispnéia, é uma das principais características clínicas da bronquite crônica ou das suas formas mais agudas. Como os outros casos de complicações respiratórias, a bronquite crônica apresenta desconforto que não deve ser desprezado. Procure sempre orientação médica e evite soluções caseiras e palpites de curiosos. Certamente, além de não resolver o problema, ainda podem agravá-lo.

A bronquite passa a ser considerada crônica quando apresenta os sintomas por pelo menos três meses no ano e durante dois anos seguidos. Esse conceito foi desenvolvido pela OMS – Organização Mundial da Saúde.

No caso da bronquite crônica, ela está associada também a outros problemas como a asma por exemplo e também questões cardíacas e outros relacionados à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC. Pode ocorrer também como consequência da bronquite aguda, como uma espécie de estágio avançado. Mas ela pode ser também resultado ou consequência de quadros alérgicos. Sempre nociva à inalação de produtos químicos, como se sabe, fator desencadeante, mas a grande vilã mesmo, nestes casos, é a fumaça do cigarro. Por isso é conhecida como “tosse dos fumantes”.

Uma pessoa pode contrair a bronquite em qualquer época do ano, mas a maior incidência, como acontece com outras doenças respiratórias é no inverno.

Faixa etária – enquanto a bronquite aguda acomete mais crianças até os cinco anos de idade, a bronquite crônica atinge mais indivíduos com mais de 45 anos.

 

Prevenção

O melhor remédio também no caso da bronquite é a prevenção. Veja o que pode ser feito.

- Evitar o tabagismo ativo ou passivo – o cigarro aumenta (e muito) os riscos de contrair bronquite crônica. (Veja texto adiante)

- Vacina – Vacinar-se contra a gripe é importante, pois vários casos de gripe influenza acabam levando a bronquite.

- Higiene – Como em todo caso de doença de origem viral, é importante manter a boa higiene. Lave sempre as mãos antes de qualquer refeição.

 

Assim como muitas doenças, a prevenção no caso da bronquite é sempre muito importante e algumas medidas podem ser tomadas, como no caso do tabagismo. Dentre as principais causas de bronquite crônica, o tabagismo está disparado em primeiro lugar. É responsável por nada menos que 90% dos casos documentados de DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Mas não são só os fumantes que correm risco de desenvolver DPOC. Ex-fumantes e pessoas constantemente expostas à fumaça do cigarro (os chamados fumantes passivos) são também potenciais candidatos. As DPOC são apontadas como a quarta causa de morte em todo o mundo. E não é um problema que atinge apenas o terceiro mundo, no chamado primeiro mundo também é uma questão bastante delicada.

Os Desumidificadores Desidrat, produzidos com a mais alta tecnologia, também assumem papel importante na prevenção dos casos de bronquite. Além de manterem os níveis de umidade em acordo com as nossas necessidades, eles livram o ar de impurezas, como é o caso dos vírus e outros microrganismos. A adoção de desumidificadores beneficia todo o sistema respiratório por devolver à circulação do ambiente, um ar mais saudável.

Outro fator importante é controlar a umidade. Quando a umidade não é controlada e extrapola aos níveis ideais (entre 50% e 60%), ela geralmente vira sinônimo de problemas respiratórios. Aumenta a proliferação de ácaros, vírus, bactérias e fungos, que dentre outros, levam ao aparecimento de mofo e bolor, agravando qualquer quadro alérgico respiratório.  Como se pode ver, o controle da umidade deve ser prioridade, sempre que o assunto for saúde e bem-estar.

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